Texto dissertativo sobre rumores e boatos em geral.

"bo·a·to

(latim boatus, us, mugido de boi, grito forte)

substantivo masculino

substantivo masculino

1. Notícia anónima e não confirmada que é divulgada no domínio público. = ATOARDA, RUMOR

2. [Antigo]  Ruído; espalhafato."

A primeira definição já diz tudo e faz jus ao momento, por mais que tenhamos algumas adições nos casos reais mas a essência permanece a mesma, a aplicação continua a mesma e gera praticamente os mesmo efeitos, um belo exemplo é a quantidade de informações (falsas ou não) que vem sendo divulgada sobre o Nintendo Switch, tal fato tem gerado um bastante reboliço nas redes sociais.

Ultimamente podemos elevar esse conceito a um novo patamar, ou seja, admitindo que tais boatos não saem de fontes anônimas, mas de personalidades que tem ganhando bastante expressão em se tratando de seus acertos e tem dado certa credibilidade às figuras. Não podemos esquecer que essas tais personalidades não falam pela empresa, portanto ainda são informações não confirmadas, e o fato da informação vir de uma fonte não anônima é que gera uma especulação maior ainda do que o contrário. Digo isso por dois artigos que escrevi, ao apreciar os comentários é evidente que o objetivo é exatamente o que eu já havia dito a um usuário:

"Acho que tudo deve ser tratado como rumor, sendo verdade ou não, até a empresa confirmar. O objetivo é exatamente esse, gerar especulação, discussão, gerar buscas, essas coisas aumentam e muito a relevância de um produto ou empresa. Digamos que tudo que ela diz seja verdade, por que raios a empresa não silencia ela? Creio eu que pelo mesmo motivo que citei anteriormente, esses rumores colocam a empresa em evidência e há provas que a Nintendo este ano foi muito mais pesquisada e procurada do que as outras plataformas, e o silêncio que a Big N mostra faz com que tudo tenha uma possibilidade de ser verdade, creio eu que a própria empresa faz esse jogo. Se ela realmente tem acesso a todo essa material, eu não duvido.

Penso eu que tudo faz parte do show, e não acho isso ruim, e consequentemente a empresa também não."

Reafirmo meu comentário sem ressalvas, até mesmo após ler inúmeros comentários de fontes diversas posso ainda acrescentar que, quando vem de uma fonte não anônima tanto a relevância quanto a probabilidade de ser verdade é bem maior. Resumindo, um RUMOR, penso eu que é algo que não é nem verdade e nem mentira, só podemos categorizar (definir um valor lógico) quando a pessoa jurídica a que se refere venha a dar as declarações oficiais. Até lá só nos resta especular mesmo.